Semeando Educação

wwww.rcaetano.net

domingo, 5 de junho de 2011

BISPOS REALIZAM ENCONTRO COM CRISMANDOS 2011




Os Crismados 2011 da Arquidiocese de Manaus, reuniram-se com o seu pastor maior, na quadra do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em preparação à grande festa do Espírito Santo (PENTECOSTES), a qual dar-se-á, no dia 12/06, no centro de convenções(Sambódromo), a partir das 17:00 horas.
Para os Crismados da Paróquia Pessoal Dom Bosco, foi mais um momento de preparação para o Sacramento da Crisma, de convivência e experiência comunitária. 






domingo, 29 de maio de 2011

CAMINHADA MARIANA 2011


Mês de maio é sempre uma festa em homenagem a Maria, mas, para os salesianos isso signfica muito mais. No dia 28/05/2011, Centro Educacional Santa Terezinha, em grande estilo deu-se mais uma concentração mariana, uma forma de homenagear Maria, em  especial Nossa Senhora Auxiliadora, protetora da congregação. Todas as casa salesianas estiveram presentes com seus educadores, educandos e comunidade, entre elas os Colégio Dom Bosco, o qual este ano completa 90 anos de história significativa à formação do povo amazonenses. Momento este, o qual esteveram presentes os crismandos 2011, vivenciando mais uma experiência, para o engrandecimento da sua formação, no compromisso de colocar-se a serviço da comunidade e testemunhar Jesus Cristo, onde quer que estejam.
 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CATEQUESE DE CRISMA 2011

Crismandos refletem sobre os principais mistérios da fé cristã

No dia 09 de abril, sábado, os crismandos da Paróquia Pessoal Dom Bosco estiveram reunidos com seus catequistas Romualdo, Tércio e Pe. Antonio no sítio do Colégio. O encontro, que faz parte do processo de catequese da crisma, abordou o tema da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
A abordagem do tema foi feita em dois grupos distintos. Um dos grupos foi coordenado pelo Pe. Antonio que refletiu sobre a última ceia de Jesus com seus discípulos e a instituição da Eucaristia. O outro grupo foi coordenado pelo Tércio que fez a memória da paixão do Senhor até a ressurreição.
Para os crismandos, o encontro foi diferente e muito proveitoso, pois ajudou a entender não somente o que será vivido na Semana Santa, como também a fé cristã no que diz respeito ao grande Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus.
Após o almoço partilhado os participantes do encontro realizaram um momento de convivência através do lazer fraterno. Ao final da tarde, a partir das 16h, todos retornaram para o Colégio Dom Bosco onde deram continuidade à catequese com a preparação para a Via Sacra encenada e a participação na missa das 18h30.

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO PASTORAL

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Meio Ambiente (água fonte de vida) Projeto Interdidiciplinar 2011

ÁREAS DO CONHECIMENTO:
PORTUGUÊS, MATEMÁTICA, CIÊNCIAS, GEOGRAFIA, HISTÓRIA, ENSINO RELIGIOSO, ARTES, LÍNGUA INGLESA.
NÍVEL DE ENSINO:  Fundamental II
Esse projeto dar-se-á  pela necessidade da comunidade educativa e a coletividade identificar os principais meios de poluição das águas e   reconhecer a importância da mesma aos seres vivos, até porque somos responsáveis na Amazônia por 20% das águas potáveis do planeta. Por outro lado, conhecer o Art. 225 da Constituição da República que diz:
“Todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. Portanto, necessitamos desempenhar o nosso verdadeiro papel, dando a nossa parcela de colaboração, fazendo a nossa parte.
 
Objetivo Geral

Identificar e reconhecer a importância da água, como um bem natural mais precioso à manutenção da vida.
Objetivo Específico
Pesquisar os principais problemas hídricos dos igarapés do Município de Manaus;
Reconhecer a importância dos recursos hídricos para as futuras gerações;
Demonstrar as principais doenças causadas pela veiculação hídrica no Município de Manaus;
Compreender que a água é um dos nossos maiores patrimônios amazônicos e que necessitamos valorizar, conservar e preservar. 
Ações:
 interdisciplinar, sempre que possível contextualizar as os conteúdos ao projeto;
Promover momentos de formação com palestras e outros recursos visando melhorar as atitudes dos alunos;
Realizar pesquisa de campo, a locais como: Prosamim, Parque do Mindú, Hidrelétrica de Balbina e Ponta do Ismael;
Realizar experiências  em laboratório, analisando a água de diversos igarapés da Cidade de Manaus.
Questionamento:
De que forma água é poluída?
As pessoas são consciente das doenças causadas pela veiculação hídrica?eito com a água dos rios da nossa Cidade? De que forma reaproveitamos a água?
O que é tratamento da água?
A água pode acabar? 
De que forma podemos contribuir para a redução da poluição da água



sábado, 26 de março de 2011

Encontro com os autores do material didático da Rede Salesiana de Escolas

Momento impar

Hoje quando deparo-me com meus ex-alunos nos corredores das faculdades e trocamos algumas informações importantes, lembramos um fato e uma aula no passado, lembro-me da expressão “criação e criatura”. No momento o que estamos vivendo, hoje, nesse encontro, é uma grande oportunidade para o engrandecimento e fortalecimento da nossa pratica educativa. Ter um encontro com os autores dos livros didáticos da Rede Salesiana de Escolas é uma oportunidade impa, de grande importância e de muita troca de experiências. Na verdade estamos socializando o conhecimento e aprimorando nossas metodologias, bem como aprendendo a explorar mais o material da rede. É muito importante saber o que pensam nossos autores e muito mais, eles saberem o que pensamos das suas obras, uma vez que na prática, somos nós que manuseamos esses materiais didáticos. Enfim, é uma experiência de grande aprendizagem e que devem acontecer mais vezes.

Romualdo Caetano

quinta-feira, 10 de março de 2011

A importancia do estudo de Ciencias no Ensino Fundamental

A Importância do Estudo de Ciências no Ensino Fundamental

Romualdo Caetano Barros


Resumo


Não pense que a Ciências tem muito tempo de história na educação, pois somente a partir da 5.692, LDB (Lei de Diretrizes Básicas) da educação é que a mesma chega aos currículos do Ensino Fundamental, sendo por muito tempo ministrada por educadores não especializados na área, ou que tinham apenas os estudos adicionais que habilitava à 5 ª e 6ª série, atual 6º e 7º ano. Mas que pela necessidade, iam muito além. Vale ressaltar o mérito de muito que atravessaram as fronteiras das dificuldades e dedicaram-se a pesquisa, tornando bons profissionais, vindo mais tarde especializar-se em Ciências Naturais ou Ciências Biológicas, no entanto, muitos apenas mandavam fazer resumos e as atividades dos livros, pois não dominavam os conteúdos, principalmente física e química na oitava série, atual nono ano.
Basta fazer memória dos nossos educadores, por oportunidade do Ensino Fundamental para perceber essa deficiência ou relembrar os recursos e metodologias, que mesmo diante das dificuldades, ausências de laboratórios e outros materiais, fizeram um belíssimo trabalho.
Mas o que na verdade queremos apresentar é a importância da Ciência na vida cotidiana, principalmente destacar a profilaxia, nitidamente presente em alguns capítulos de algumas séries, assim como a organização onde o 6º ano estuda O Meio Ambiente, o 7º Os Seres Vivos, 8º Corpo Humano e 9º Química e Física. Sendo na atualidade bem mais dinamizados para atender os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais). Mostrando ainda mais ao educando como lidar com a ciência no seu dia-a-dia, de forma a vir preservar, conservar e fazer uso somente do necessário à sobrevivência e manutenção da saúde. Coisas que nossos verdadeiros donos da terra já fazem há séculos, mas que também são ameaçados de extinção.



Palavras-chaves: Ciências, Meio Ambiente, Ensino, Saúde, profilaxia.




Abstract





1. INTRODUÇÃO

“O essencial é invisível aos olhos”, segundo Antoine de Sant Exupéry. Liricamente podemos afirmar o quanto o mundo à nossa volta continua invisível aos nossos olhos, inacessível aos nossos sentidos, mesmo depois de tantas descobertas e tantos instrumentos ópticos. A “saúde é o resultado do equilíbrio dinâmico entre o indivíduo e seu ambiente”. (DUBOS, 1965, p. 30). Profilaxia (do grego prophýlaxis (cautela), é a aplicação de meios tendentes a evitar as doenças ou a sua propagação), parece, a saída para tantas doenças e um horizonte à garantia da qualidade de vida, coisas básicas trazidas nas aulas de Ciências do Ensino Fundamental, que deve ser cada vez mais assimiladas pelos educandos, pois vão além da sala de aula e da necessidade de obter aprovação, eis o motivo da formação do educador ser essencial, assim como sua ousadia quanto às experiências, o uso do laboratório, das novas tecnologias e metodologias inovadas.
Quando afirmamos tudo isso, sem sobra de dúvida estamos partilhando nossas experiências ao longo de vários anos de sala de aula, autenticados pelo reconhecimento dos educandos os quais dizer ter tido uma aprendizagem significativa, expressão essa que segundo o professor Júlio César Furtados dos Santos significa:

O papel do professor na promoção de uma aprendizagem significativa tem início na clareza que ele tem a respeito da concepção social da Educação e, consequentemente do seu próprio papel social. Somente a consciência e o compromisso com esse papel vão dar forma a um projeto real de sociedade, no qual se inserem e se inter-relacionam cidadãos mais ou menos críticos, mais ou menos engajados, enfim, mais ou menos conscientes. Promover a aprendizagem significativa é parte de um projeto educacional libertador, que visa à formação de homens conscientes de suas vidas e dos papéis que representam nelas. É impossível ensinar liberdade, cerceando ideias, oprimindo participações e ditando verdades. Apercebermo-nos dessas atitudes é essencial para que iniciemos um real processo de transformação da nossa prática.

Estamos num patamar muito além de dar aulas, ou de apresentar respostas prontas, mais sim de construir ideias. A capacidade de resolver problema tem sido uma marca nossa na educação, é bem verdade que não contamos com muitos recursos, mas também quando contamos não fazemos usos significativos. As novas tecnologias tem incomodado muita gente e os alunos tem dado um show e os educadores tem sido grandes telespectadores. Portanto, sempre que possível, temos que nos apropriar criando blog, realizando fórum e muito mais, não há receitas, mais possibilidades de não atrofiar-se.

1- Meio Ambiente.

Eduardo Leite do Canto, Demétrio, Carlos Barros e muitos outros autores de livros do Ensino Fundamental, tem buscado de forma pluralizada, mostrar a importância de conhecer o ambiente onde vivemos. Zelar pela nossa saúde, preservar e fazer uso de forma adequada dos fatores físicos químicos presentes nos ambientes, dentre eles a água, o ar e o solo, indispensáveis à nossa saúde.

A “saúde” é definida como “ausência de doença” e a “doença”, inversamente conceituada como “a falta ou perturbação da saúde”. Embora sejam concepções simplistas, elas são muito usadas. Na prática clínica, as pessoas são examinadas e rotuladas como sadias ou doentes, em função de julgamento baseados em resultados de exames clínicos e laboratoriais obtidos de modelos e de estudos epidemiológicos fornecendo dados de referência seguros para inferirmos sobre a presença ou ausência de doenças. (PEREIRA, 2002, p. 31)


São através desses exames que na verdade podemos verificar o quanto a nossa população demonstra ter adquirido poucos conhecimentos nas aulas de ciências ou não associou à sua vida. Continuamos tendo uma saúde debilitada, onde, a maior parte das doenças é de veiculação hídrica, pela falta de saneamento básico e pelos cuidados higiênicos mínimos com os alimentos. Basta olhar algumas doenças como cólera, dengue, gripe suína, malária, rota vírus, amebíase e giardíase.
De forma desordenada cada vez mais estamos destruindo nossos ambientes, construindo novas cidades, bairros e poluindo nosso ar, trazendo assim, sérias consequências, bem como as doenças cardiorrespiratórias. As queimadas na zona rural e os veículos nas grandes metrópoles têm sido os grandes produtores de dióxido de carbono. Acreditamos que pouco pode ser feito, porém, não podemos ficar esperando acontecer, as fiscalizações devem ser intensificadas pelo IBAMA, SIVAM e nas cidades o DETRAM, necessita tomar medidas para coibir que carros totalmente desajustados, principalmente veículos pesados, caminhões e ônibus, continuem circulando e poluindo a cidade.
Mostrar caminhos aos nossos educandos em relação ao meio ambiente é apontar saídas para melhoria da qualidade de vida e responsabilidade para com o futuro das gerações vindouras.


2- Os seres vivos.

Vivemos em meio a maior biodiversidade do mundo e não reconhecemos sua importância. Classificar os seres vivos, identificar sua formação, sua origem e suas principais características, são papeis fundamentais dos autores já supracitados. Conhecer a importância dos seres vivos, aprender a preservar, entender que somos apenas uma dessas espécies, porém de forma alguma somos a mais importante, assim como entender que a natureza não esta a nosso serviço, tem sido desafio, mais formas construídas em sala de aula.
“Nem tudo que é vivo, parece! Nem tudo o que parece, é vivo!” (COSTA, p.15). É necessário conhecer as características dos seres vivos para poder identificar o que é vivo ou não vivo, onde dentro dessas características destacamos o metabolismo e a informação, essa ultima, na verdade uma inovação, pois estamos falando do interior da célula, ou seja, do DNA (ácido desoxirribonucleico) e RNA (ácido ribonucleico), nossa bagagem genética, bem como o processo de evolução da vida.
São muitas as nossas espécies ameaçadas, por falta de formação da nossa população, veja o que Barros menciona em seu livro do ensino fundamental:

Um exemplo que chama atenção em relação à gradativa destruição das matas brasileiras desde o descobrimento até os dias atuais é a situação em que se encontra um dos nossos símbolos nacionais: o pau-brasil, árvores cujo nome científico é Caesalpinia enchinata.
Antes abundante no país e hoje em processo de extinção, essa planta vem sendo estudada há sete anos pelos pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
O pau-brasil é uma arvore com muitas qualidades: sua madeira nobre é pesada e dura, excelente para fabricação de móveis. Dela se pode extrair a brasilina, corante vermelho que tanto sucesso fez na Europa do século XVI. Além disso, é uma das madeiras mais visadas para a fabricação de arco de violino. Um arco de violino feito de pau-brasil pode custar de 2 a 5 mil dólares. (BARROS, p. 20)

A ciência quer tentar, inventar e redescobrir, pois somente assim é que podemos garantir o futuro das vindouras gerações. Em um Município amazônico, é claro, para ser bem preciso, Manicoré, já plantaram pau-brasil e mogno, porém, o resultado vai ser demorado e quanto à importância, e outras consequências, não entramos no mérito, somente o tempo poderá dizer. Certo é que, estamos tentando uma saída.


3- O corpo humano.

Muitos cuidados necessários podem ser tomados pelos educandos e todos os livros trazem informações aprofundadas de fisiologia e anatomia, na verdade uma base para o estudo de biologia no futuro. Indo mais longe, acreditamos que muitas questões voltadas ao corpo humano, estejam associadas ao conhecimento, sobre as consequências, começando pela maneira de sentar, alimentação, esforços físicos inadequados, reprodução cedo demais e outros zelos. Temos jovens brincando de fazer academia e uso de anabolizantes, desconhecendo as consequências, inclusive, letais.

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs (BRASIL, 1997), os conteúdos referentes ao ser humano, como um todo dinamicamente articulado. As funções dos órgãos e dos sistemas devem ser percebidas como manutenção de um todo. Compreender as relações fisiológicas e anatômicas para que o aluno compreenda a maneira pela qual o corpo transforma, transporta e elimina água, oxigênio, alimentos obtém energia, defende-se dos invasores, coordena e integra diferentes funções.

O estudo de ciências nessa etapa quer mostrar aos educandos a possibilidade de conhecer o seu corpo e o funcionamento, quer possibilitar cuidados, zelos, qualidade de vida. Mostrar os avanços, as novas descobertas, a genética, o projeto genoma humano, a clonagem, as modificações genéticas dos frutos (Transgênicos) e assim por diante.


4- Química, física e biologia.

Chegamos ao final do Ensino Fundamental, para isso nossos educandos são motivados a conhecerem a tabela periódica, os principais elementos químicos, as reações e as composições químicas, entenderem como tudo funciona. Guiando-se pelo que orienta os parâmetros curriculares nacionais (PCNs), ao incentivá-los à pesquisa desses conceitos e fatos relevantes, estamos:

- Favorecer a construção de uma visão de mundo, formado por elementos inter-relacionados, entre os quais o homem, agente de transformação;
- Permitindo ao aluno compreender, em seu cotidiano, as relações entre o homem e a natureza mediadas pelas tecnologias, superando interpretações ingênuas sobre a realidade à sua volta. (BRASIL, 1997)

Na verdade uma grande contribuição para que os alunos possam chegar ao Ensino Médio, com conceitos básicos, requisitos necessários para acompanhar as aulas de física, química e biologia.
O mundo tecnológico, é marcante, a indústria química, o petróleo e seus derivados, os quais fazem parte integra da sociedade, nos remetendo a uma reflexão muito grande sobre os recursos renováveis e não renováveis.
Além disso, navegar na velocidade da física, seus movimentos, direção e sentido. Estudar Newton, a força da gravitacional, queda livre e muita energia.

O termo energia vem do grego – “energia” – e, conforme a sua formulação, é quase sinônima de trabalho. Para fins científicos e genéricos, a definição mais usual trata energia como a capacidade de produzir trabalho. [...] CADERNO DIGITAL DE INFORMAÇÃO SOBRE ENERGIA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 2001)

"A energia não pode ser criada nem destruída, somente transformada." Primeira Lei da Termodinâmica - Princípio da Conservação de Energia. Todos esses conceitos quer nortear os alunos do ensino fundamental a uma melhor preparação e entendimento da vida.

5- Profilaxia.

Conforme já conceituamos, na verdade queremos fazer uma grande retomada sobre os conteúdos que são estudados no ensino fundamental, assim como rebuscar a importância dos cuidados à saúde, segundo um dito popular “é melhor prevenir que remediar”. Talvez esse seja o grande desafio para o desenvolvimento de uma sociedade. Esta na hora da coletividade buscar melhores condições higiênicas e saneamento básico. O que estamos fazendo como a nossa água? Para onde esta sendo levado o lixo que produzimos? Nos últimos anos a expressão desenvolvimento sustentável tem sido bastante usada, porém de forma utópica, mas que nos leva a entender que somos responsáveis por tudo que produzimos.
Fazer profilaxia é evitar, é prevenir, é o que na verdade queremos dizer aos nossos educandos. Os cuidados de hoje, é a garantia do futuro, na ciência toda ação, tem uma reação. Portanto, o que na verdade estamos querendo é evitar uma catástrofe futura, uma sociedade doentia que gasta muito mais com a saúde, que na educação. E a maior parte dos gastos, por exemplo, são com doenças possíveis de evitar, tais como as verminoses.

Considerações finais

Sempre quis escrever um pouco da minha prática cotidiana, falar do que escuto dos meus alunos e ex-alunos principalmente, os quais entenderam minha mensagem, entenderam que ciências é vida, começaram a formular seus próprios conceitos e tornaram-se pesquisadores, aprenderam a resolver problemas e hoje dinamizam a sociedade, escrevendo suas histórias nas universidades, inclusive, públicas e oferecendo mão-de-obra qualificada. Foram a eles que disse que não podia mudar a sociedade do presente, mas podíamos construir um futuro, longe dos vícios corriqueiros.
Ciências no Ensino Fundamental quer ir muito mais além, atravessar as fronteiras, proteger a vida e tornar o ensino significativo. Quer fazer profilaxia e garantir um futuro comprometido com a melhoria da qualidade de vida e do verdadeiro exercício da cidadania.
Estamos falando do que pode acontecer nas entidades públicas e privadas, pois disso, somos testemunha. Nas instituições de ensino municipais - SEMED (Secretaria Municipal de Educação), Estaduais SEDUC (Secretária de Estado da Educação e Qualidade do Ensino) e na iniciativa privada, escolas pequenas, médias e grandes, bem como tradicionais. Todas essas, abertas a novas propostas e metodologias, dentro das suas limitações, cabendo ao educador à iniciativa.
Você também pode, basta quer, juntar-se há muitos que desafiaram as dificuldades e acreditaram no potencial dos educados, realizando com poucos recursos, grandes aprendizagens.


REFERÊNCIAS


AMABIS, José mariano. Biologia. 2ed. São Paulo: Moderna, 2004.
BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson Roberto. O meio ambiente. São Paulo: ática, 2002.
BRASIL. MEC. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais, Brasília, DF, 1997.

CADERNO DIGITAL DE INFORMAÇÃO SOBRE ENERGIA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 2001. Disponível em: http://www.guiafloripa. com.br/energia/energia/index.php. Acesso em: 07 de mai. 2011.
CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano. 3ed. São Paulo: Moderna, 2009.
COSTA, Vera Rita da; ABREU, Maria Aparecida Reis de. Ciências: Ensino Fundamental, 7 ed. Brasília: Cisbrasil.2007

PEREIRA, M.G. Epidemiologia teoria e prática. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
SAINT EXUPÉRY, Antoine de. O Pequeno Príncipe. 48 ed. Rio de Janeiro: Agir, 2004.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fórum (Aulas significativa com uso de Novas Tecnologias)


Hoje no COLÉGIO DOM BOSCO MANAUS, sob a responsabilidade do Professor Romualdo Caetano (CIÊNCIAS BIOLÓGICAS), no Laboratório de Informática, aconteceu a realização de um FÓRUM, com a temática VÍRUS, conteúdo integrantes do capítulo 1 e 2 do Livro Didático da Rede Salesiana de Escolas, Sendo bastante debatido em torno das VIROSES, principalmente a DENGUE, uma vez que o Amazonas vivencia uma EPIDEMIA. Assim como AIDS, HEPATITE B, HERPIS GENITAL, CATAPORA E MUITAS OUTRAS.

Na verdade foi uma grande reflexão, totalmente contextualizada, do cotidiano à sala de aula, tendo como resultado um bom desenvolvimento da aprendizagem e nível de satisfação dos educandos.

Segundo o Projeto da Rede Salesiana de Escolas, p. 13, é dever do educador "UTILIZAR OS RECURSOS TECNOLÓGICOS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO, PRESENTES NA VIDA COTIDIANA DE TODOS OS CIDADÃOS".

É necessário fazer PROFILAXIA, sensibilizar nossos educandos para serem protagonistas no combate a determinadas viroses, quer na escola, na família, na comunidade ou à coletividade. Outros conteúdos serão debatidos, o próximo será a ÁGUA, tendo como destaque o MEIO AMBIENTE, uma proposta da Capanha da Fraternidade deste ano.

Contato
E-mail rcaetano.bio@gmail.com e romualdo@domboscomanaus.edu.br
Blog http://www.romualdocaetano.blogspot.com/











quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MANUAL DE AULAS PRÁTICAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA

Vivenciamos momentos de desafios sobre como tornar significativa a aprendizagem aos nossos educandos, tornando-nos profundos pesquisadores de metodologias inovadas e técnicas capazes de responder suas inquietudes.
O lúdico e as novas tecnologias, assim como outros meios, aparentemente são funcionalistas, porém, em ciências biológicas, o uso de experiências e aulas laboratoriais, tem sido o melhor caminho. O uso de material concreto, principalmente aqueles presentes no seu quotidiano, facilita a compreensão e possibilita melhor cuidado com o ambiente no qual esta inserido.
Diante do supracitado, não poderíamos deixar de apresentar as práticas desenvolvidas pelos acadêmicos do curso de Ciências Biológica da Universidade do Estado do Amazonas. Recursos esses que podem ser utilizados no Ensino Fundamental e Médio, não como algo acabado, ou receita pronta, mas que pode nortear o educador e facilitar aprendizagem dos educandos, sem perder o dinamismo, o domínio e a criatividade, bem como, outras qualidades do facilitador.
Para Lorenzato(2006) “A redescoberta é fundamental no ensino das ciências naturais,pois,como sabemos, a ciência não pode ser vista como uma disciplina que trabalha só com o imaginário, mais também com o concreto.” Isso vem tudo vem culminar com a dedicação de poucos, mais de significativa importância que levar os educando para dentro dos laboratórios ou fazer da sala de aula um grande laboratório para realização de práticas, causando o interesse dos alunos para novas descobertas e aprendizagem.
Em fim, as práticas atravessam as fronteiras da transversalidade, tornando-se interdisciplinares, multidisciplinares. Nesse trabalho que apresento como ferramenta pedagógica, tomei a liberdade de participar construindo com a minha equipe e formatar e dar outras contribuições, quando necessárias às demais equipes, como crítico, analítico, mas também com o desejo de oferecer possíveis instrumentos, inclusive, para futuros educadores das próximas edições desse curso.
Mas, tudo isso, na verdade, só foi possível, graças à liberdade concedida pela educadora da disciplina Instrumentação para o ensino de Ciências de Biologia, professora Cynara Carmo, a qual não mediu esforços em nos orientar e mais que isso, participou diretamente, construiu conosco e acreditou no potencial da cada um, mesmo sabendo das limitações. Quando brota da gratidão que vem do peito, nada mais podemos dizer, a não ser Obrigado, pelo respeito aos colegas de profissão, onde maioria são amazônicos e carregam toda uma história de superação e muita luta, onde concluir uma segunda faculdade para muito e uma ousadia, imagine ir muito mais além.


Roteiro de aula prática 01
Disciplina: Ciências Série: 6º ano do Ensino Fundamental
Professores: Maria da Conceição Rolim Peres, Romualdo Caetano Barros e Soraia da Silva Picanço.
1. Título: Água: Estados físicos da água
2. Objetivo: Identificar os estados físicos da água, presentes no quotidiano.
3. Material: Tubo de ensaio, luva, papel toalha, papel ofício, lápis, água, gelo, mergulhão, copo descartáveis, chaleira.
4. Procedimento:

1- Observar a água ser aquecida, identificando a mudança de estado físico, no caso do líquido para o vapor e fazer as devidas anotações conforme instruções a seguir;
2- Observar o que vai acontecer com o gelo durante a experiência e identificar o fator que causou a mudança de estado físico sólido para o líquido;
3- Observar a água em seus estados físicos e anotar as observações e identificar o que contribui para a mudança de estados físicos da água;

4- Fazer um desenho representando os três estados físicos da água, utilizados na experiência;

5- Elaborar uma síntese sobre o que foi adquirido como experiência durante a prática, sobre o tema in foco. Exemplificando como podemos encontrar a água na natureza, nos estados físicos estudados.
Referências
CANTO, Eduardo Leite. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2009.
BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson Roberto. Ciências: O meio Ambiente. 3 ed. São Paulo: Ática, 2006.
Roteiro de aula prática 02
Disciplina: Ciências Série: 6º ano do Ensino Fundamental
Professores: Maria da Conceição Rolim Peres, Romualdo Caetano Barros e Soraia da Silva Picanço.
1. Título: Água: Exercendo pressão
2. Objetivo: Reconhecer como acontece a pressão da água e sua utilidade no cotidiano
3. Material: Tubo de ensaio, luva, papel toalha, papel ofício, lápis, água, bexiga, garrafa pet.
4. Procedimento:

1- Pegar a bexiga e encher com água da torneira, aproximadamente 150 ml de água, amarrar a boca e ter bastante cuidado para não estourar.
2- Observar como a água exerce pressão e anotar;

3- Fazer um desenho representando a água exercendo pressão em nosso cotidiano;

4- Elaborar uma síntese, elencando com base no seu dia-a-dia o uso da pressão da água.


Referências
CANTO, Eduardo Leite. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2009.
BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson Roberto. Ciências: O meio Ambiente. 3 ed. São Paulo: Ática, 2006.


Roteiro de aula prática 03
Disciplina: Ciências Série: 6º ano do Ensino Fundamental
Professores: Maria da Conceição Rolim Peres, Romualdo Caetano Barros e Soraia da Silva Picanço.
1- Título: Água: A água e a vida.
2- Objetivo: Identificar as principais contribuições da água para a manutenção e qualidade de vida.
3- Material: Tubo de ensaio, luva, papel toalha, papel ofício, lápis, água, água coletada de diversas fontes, microscópio, lamina, lamina.

4- Procedimento:

1- Pegar uma lâmina, preparar com a água coletada de diversos igarapés, color a lamina e visualizar ao microscópio. Descrever o que foi observado.
2- Estabelecer uma análise comparativa da água observada, diante das suas características principais (insípida, inodora, incolor);

3- Relacionar diversas formas de utilização da água no quotidiano, justificando o tema “Água e vida”;

4- Observar a diferença da água mineral para as águas coletadas nos igarapés e comente sobre a importância da água para a qualidade de vida da população.
Referências
CANTO, Eduardo Leite. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2009.
BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson Roberto. Ciências: O meio Ambiente. 3 ed. São Paulo: Ática, 2006.

ROTEIRO PRATICA 01

Conteúdo: Características da Pteridófitas

Série: 7º Ano do Ensino Fundamental

Educadores: Eliana dos santos Silva, Francinei Oliveira e Marinalva Arruda
Rodrigues

Título: Analisando as Samambaias

Objetivo: Identificar as principais partes principais de uma samambaia como soro, esporângios e esporos.

Materiais: Canivete ou estilete, Recipiente plástico (placa de petri)
Lupa, Lamina, Recipiente tipo pires (vidro de relógio), Microscópio óptico
Caderno de anotação, Folhas de samambaia

Procedimentos
Formar grupos em seguida dividir as etapas de trabalho:
1- Examine a parte de baixo de varias folhas de samambaia;
2- Você encontrou pontinhos escuros em algumas delas?
3- Cada um desses pontinhos é um “estojos” que guarda muitos esporos. Estes estojinhos se chamam soros. Cada soro é um conjunto de esporângios.
4- Desenhe os tipos de distribuição dos soros das folhas de samambaia que você examinou.
5- Retire alguns soros, raspando com o canivete ou sacudindo as folhas. Examine-os com um microscópio e desenhe o que você está observando. São todos parecidos? Tente abrir alguns soros e examine também os esporos com microscópio. Como são?

Referencia:
EBLING, Fraiber e Leal. Ciência Interativa. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2005.
ROTEIRO PRÁTICA 02

Conteúdo: Reino Monera; Bactéria
Série: 7º Ano do Ensino Fundamental

Educadores: Eliana dos santos Silva, Francinei Oliveira e Marinalva Arruda
Rodrigues

Título: Bactérias do Tártaro.

Objetivo: Verificar bactérias existentes na boca e a importância da higiene bucal.

Materiais: Espátula (dentista), Lâmina e lamínula, Microscópio óptico. Caderno de anotações, Papel filtro, Conta-gotas e metileno azul

Procedimento
1- Faça a retirada de um pouco de tártaro dos dentes de um voluntário e espalhe numa lâmina;
2- Pingue uma gota de água e retire o excesso com o papel filtro, se necessário. Cubra com uma lamínula. Observe ao micróscopio as bctérias do tártaro dental ( manipular adequadamente o grande aumento);
3- Desenhe e faça suas anotações e descrições sobre o que viu;
4- Agora, adicione uma gota de azul de metileno, retirando o excesso, se necessário. O que mais você pôde observar?

Referencia:

EBLING, Fraiber e Leal. Ciência Interativa. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2005.
ROTEIRO PRATICA 03

Conteúdo: Anfíbios

Série: 7º Ano do Ensino Fundamental

Educadores: Eliana dos santos Silva, Francinei Oliveira e Marinalva Arruda
Rodrigues

Título: Circulação em girinos
Objetivo: Verificar se os anfíbios possuem circulação sanguínea.

Materiais: Girinos, Placa de petri, Coador coletor, Microscópio, Gazes e Luvas

Procedimentos:
• Formar grupos, em seguida dividir as etapas de trabalho.
• Observar o sangue se movimentando dentro dos vasos sanguíneos de um girino.
1- Pegue um girino, usando um coador coloque-o numa placa de petri;
2- Envolva sua cabeça com um pedacinho de gazes molhada, para que o girino não morra;
3- Coloque ao microscópio, localize a membrana da cauda e observe a circulação do sangue;
4- Veja as pequenas células circulares, que correm dentro dos vasos. Essas células são as hemácias ou glóbulos vermelhos, responsáveis pelo transporte do oxigênio.

Referencia:
EBLING, Fraiber e Leal. Ciência Interativa. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2005.






Roteiro 01 de aulas práticas
Série: 8º ano do Ensino Fundamental
Professores: Antônia Ferreira Moreira, Francinei Rodrigues Matos, Jocimara Rodrigues, de Andrade e Marilene da Silva Gomes
1 – Titulo: O caminho do ar
2 – Objetivos:
 Reconhecer o caminho do ar no corpo humano.
 Comparar a atividade do cotidiano com o trajeto do ar no corpo humano.
3 – Material: 01 garrafa plástica de pet, canudos de plástico, 01 tampa de garrafa, 02 balões, 02 pedaços de balões, 01 fita gomada e 01 tesoura
4 – Procedimentos:
 Dividir a turma em seis (06) grupos.
 Corte com cuidado o fundo da garrafa.
 Na tampa furada enfie o canudo, não deixando folga, se caso houver vede com fita gomada.
 Fixe Ca balão nas extremidades do canudo prendendo com fita gomada, não feche o orifício do canudo.
 Coloque o balão dentro da garrafa.
 Ajuste o pedaço do balão na base da garrafa Prenda co fita gomada.
Questões para discussões:
Se puxarmos a borracha o que acontece com a pressão atmosférica dentro da garrafa?
Explique o que acontece quando realizarmos o inverso: retornamos a borracha a sua posição normal e depois o empurramos para dentro do fraco?
Bibliografia
CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: aprendendo com o cotidiano. 3º ed. São Paulo: Moderna, 2009.


Roteiro 02 de aulas práticas
1 – Titulo: O tato, o quente, o frio e a nossa pele
2 – Objetivos: Investigar as sensações de quente e de frio captadas pela pele humana.
3 – Material: Água morna, 03 copos de plástico duro, água da torneira, água gelada e relógio.
4 – Procedimentos:
 Coloque os três copos sobre a mesa. Num deles, coloque água morna. Em outro, coloque água da torneira, que estará na temperatura ambiente. No último, coloque água gelada.
 Mergulhe o dedo indicador de uma das mãos na água morna e a outra mão na água gelada. Mantenha-os aí durante dois minutos.
 Retire os dedos dos corpos e mergulhe-os imediatamente na água que está à temperatura ambiente.
Questões para discussões:
Qual é a sensação que se tem em cada um desses dedos?

Propunha uma explicação para essas sensações inesperada.

Bibliografia
Bibliografia
CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: aprendendo com o cotidiano. 3º ed. São Paulo: Moderna, 2009.




Roteiro 03 de aulas práticas
1 – Titulo: Sons que ouvimos e sons que não ouvimos
2 – Objetivos:
 Perceber distorções no som quando ele chega às orelhas propagando-se por sólidos.
3 – Material:
• 02 colheres (de sopa), barbante de 1 metro e alguém para ajudá-lo.
4 – Procedimentos:
 01- Amarre o cabo de uma colher no meio do barbante. Em role cada uma das extremidades do barbante nos seus dedos indicadores. Deixe a colher pendurada na sua frente. Peça que a pessoa bata com outra colher na que está pendurada.
 02 - Incline-se um pouco para frente, tape seus ouvidos com a ponta dos dedos indicadores e deixe a colher pendurada na sua Peça que a pessoa bata novamente na colher.
 Ouça o som e compare com o que você ouviu no item 1.
Questões para discussões:
São iguais ou diferentes? Por quê?
Bibliografia

Bibliografia
CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: aprendendo com o cotidiano. 3º ed. São Paulo: Moderna, 2009.



ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NÍVEL DE ENSINO: 9º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL
COMPONENTE CURRICULAR: CIÊNCIAS NATURAIS
PROFESSORES: EDINALDO, CLENIZE, IRISMAR E CRISTIONÉRIO
TEMA: MISTURAS DE SUBSTÂNCIAS
Informações Gerais
1. Objetivos
Conhecer e diferenciar misturas homogêneas e heterogêneas
1- MATERIAIS NA NATUREZA
Praticamente todos os materiais da natureza são formados por misturas de duas ou mais substâncias. O ar atmosférico, por exemplo, é uma mistura de diferentes substâncias gasosas, entre elas o oxigênio, o nitrogênio, o vapor d’água e o gás carbônico. Os rios e mares são formados por misturas de água e substancias nela dissolvidas. O solo é também uma mistura: contém areia, argila, sais minerais, água etc. Pense e responda argumentando: O solo, o ar e a água do mar têm aparência de mistura?
2- MISTURAS HOMOGÊNEAS E HETEROGÊNEAS
Muitas vezes a aparência de um material já mostra que ele é uma mistura de duas ou mais substâncias. Mas em muitas situações, a simples aparência não é suficiente para que se possa chegar a uma conclusão a esse respeito. Para entender melhor essa situação, faça com seu grupo a seguinte atividade prática.
ATIVIDADE EXPERIMENTAL 1
TÍTULO: MISTURAS HOMOGÊNEAS E HETEROGÊNEAS
MATERIAL:
• 2 béqueres de 250 ml (ou dois copos de vidro);
• 2 contas gotas;
• 2 bastões de vidro; água (cerca de 200 ml);
• álcool (cerca de 100 ml);
• óleo (cerca de 100 ml).
Procedimento:
I - Em um dos béqueres, prepare uma mistura de água e óleo (mistura 1);
II- No outro béquer prepare uma mistura de água e álcool (mistura 2).
Usando um bastão de vidro em cada béquer, agite as duas misturas.

Observe as misturas e responda:
a) Que diferenças vocês percebem entre as duas misturas?
b) Em qual delas a aparência já mostra que se trata de uma mistura?
Pegue um conta gotas e tente retirar com ele, separadamente, algumas gotas dos componentes de cada uma das misturas .
a) Foi possível retirar da mistura 1 somente óleo ou somente água?
b) Foi possível retirar da mistura 2 somente álcool ou somente água?
Uma mistura é homogênea quando porções retiradas de regiões diferentes são iguais entre si.
Uma mistura é heterogênea quando porções retiradas de regiões diferentes são diferentes entre si.
Responda:
a) A mistura 1 é homogênea ou heterogênea?
b) A mistura 2 é homogênea ou heterogênea?
c) Para saber se uma mistura é homogênea ou heterogênea, usa-se como critério:
( ) a aparência ( ) o cheiro ( ) a massa ( ) o volume.
ATIVIDADE EXPERIMENTAL 2
TÍTULO: IDENTIFICAÇÃO DE MISTURAS
MATERIAL:
• 5 frascos com tampas;
• água;
• álcool;
• óleo;
• areia;
• sal;

Procedimento
Verifique os frascos sobre a bancada, identificados com números de 1 a 5. Em cada um deles há uma das misturas relacionadas no Quadro I.
Seu trabalho será observá-las, sem destampar os frascos e procurar identificá-las.
Quadro I
MISTURAS
ÁGUA + ÓLEO
ÁGUA + SAL
SAL + AREIA
ÁGUA + ÁLCOOL
Responda:
1) Qual das misturas você conseguiu identificar usando como critério a aparência?
2) Talvez você não tenha conseguido identificar as misturas “água +sal” e “água + álcool”. Entretanto, conseguiria se destampasse os frascos. Por quê?
3) Classifique as cinco misturas em dois grupos: misturas homogêneas e misturas heterogêneas



ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NÍVEL DE ENSINO: 9º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL
COMPONENTE CURRICULAR: CIÊNCIAS NATURAIS
PROFESSORES: EDINALDO, CLENIZE, IRISMAR E CRISTIONÉRIO
TEMA: REAÇÕES QUÍMICAS

Informações Gerais
1. Objetivos
Os experimentos selecionados para esta disciplina visam reforçar conceitos fundamentais da Química Inorgânica, complementando o conteúdo visto na teoria e familiarizando o aluno com novos métodos, técnicas e equipamentos. Além disso, espera-se que o aluno desenvolva e amplie sua capacidade de compreensão de fenômenos, aplicação da metodologia científica, desenvolvimento de modelos e capacidade de relatá-los de maneira crítica, clara e objetiva.
2. Equipes
As equipes serão constituídas por, no máximo, 4 alunos, e formadas conforme suas afinidades pessoais. Essas equipes serão mantidas durante todo o ano letivo, salvo exceções com a concordância dos professores. Do mesmo modo, cada equipe deverá ocupar sempre o mesmo local no laboratório, designado na primeira aula.
3. Horários
Os alunos receberão as explicações iniciais sobre o experimento no laboratório determinado para a sua turma. Só será permitida a permanência no laboratório daqueles alunos que obedecerem às regras de segurança estabelecidas para os laboratórios de Química.
PRÁTICA - 1
Assunto : Indicadores Ácido-Base, Comportamento de Ácidos e Bases.
Objetivo : avaliar o caráter ácido-base de uma substância através da mudança de coloração de um indicador.
Introdução :
Existe um grande número de substâncias, chamadas indicadores de neutralização ou de ácido-base, que possuem cores diferentes de acordo com o caráter do meio reacional. A principal característica destes indicadores é que a sua mudança de uma cor predominante em meio ácido para uma cor predominante em meio básico não é súbita e abrupta, mas sim num pequeno intervalo de pH chamado intervalo de mudança de cor do indicador. A posição do intervalo de mudança de cor do indicador na escala de pH varia largamente para diferentes indicadores.
Como indicador ácido-base, o papel de tornassol não indica o pH de uma substância, mas apenas o seu caráter ácido ou básico. Para isso, temos dois papéis diferentes: o tornassol vermelho é utilizado na identificação de substâncias básicas, enquanto o tornassol azul identifica substâncias ácidas. Na tabela periódica encontramos os elementos agrupados em famílias. Elementos cujas propriedades sejam semelhantes estão agrupados numa mesma família. Do mesmo modo, na química inorgânica podemos agrupar substâncias diferentes, de acordo com as suas características comuns. Assim, função química é o conjunto de substâncias que possuem propriedades semelhantes. As quatro funções principais são: ácido, base, sal e óxido. Para cada uma delas, podemos relacionar propriedades físicas e químicas características.
Materiais e Reagentes: suporte para tubos, 15 tubos de ensaio pequenos, pHmetros, etiquetas, béquer 100 mL, proveta 50 mL, pêra de borracha, 4 pipetas graduadas (5 ou 10 mL), espátula, indicador universal, papel tornassol, indicadores (fenolftaleína, metilorange, azul de bromotimol) em conta-gotas, indicador universal (mistura de metilorange, vermelho de metila, azul de bromotimol, fenolftaleína e azul de timol), HCl 10%, H2SO4 10%, NaOH 10% em pó, CaO(s), CH3COOH, NaCl.
Procedimento:
PARTE 1:
Identifique 02 tubos de ensaio pequenos (numere-os de 1 a 02) em um suporte para tubos. Adicione a cada um deles 2 ml de uma solução de HCL e NaOH respectivamente. Escolha um dos indicadores apresentados e adicione 2 a 3 gotas em cada um dos tubos. Anote as colorações na tabela abaixo.
Indicador universal
Solução A Solução B
Questões:
1. Para cada indicador utilizado, identifique a coloração predominante em meio ácido e em meio básico.
3. Para os indicadores testados é possível determinar, com certeza, se uma solução é ácida ou básica?
PARTE 2:
Identificar 04 tubos como: 1) água, 2) HCl, 3) H2SO4 e 4) CH3COOH.
Adicionar aos tubos identificados 2 ml de cada um dos respectivos reagentes (água, ácido clorídrico, ácido sulfúrico e ácido acético).
1ª sequência: testar cada um dos líquidos com o papel de tornassol . Anotar todos os resultados na tabela abaixo.
2ª adicionar a cada um dos tubos 2 mL de NaOH e testar com o papel de tornassol anotar os
resultados.
Questões:
1. Concluir sobre o comportamento em relação aos papéis indicadores
2. Cite uma aplicação para o uso dos indicadores ácidos e bases




REAÇÕES QUÍMICAS DE SÍNTESE


É bom saber ...

As reações químicas representam transformações tão dramáticas nas propriedades dos materiais que podem conduzir a idéias equivocadas do que ocorre durante o processo. Assim é que, durante uma reação química, os átomos não se transformam em outros átomos e o núcleo atômico não é alterado.

O que de fato ocorre é uma reordenação dos átomos existentes, através de um processo de ruptura das ligações pré-existentes e formação de novas ligações entre eles. Dependendo da forma como esta reordenação atômica acontece, se ocorrem ou não transferências de elétrons, estas reações são enquadradas em determinadas categorias, que não são necessariamente excludentes entre si.

Podemos resumir algumas categorias e suas características como segue:

Reação de Característica principal

Síntese A partir de vários reagentes obtemos um único produto.
Fotossíntese Síntese promovida pela ação da luz
Decomposição Com um único reagente, obtemos diversos produtos
Fotólise Decomposição promovida pela ação da luz
Pirólise/Termólise Decomposição promovida pela ação do calor
Eletrólise Reação promovida pela ação da eletricidade
Hidrólise Reação promovida pela ação da água como reagente
Deslocamento Um elemento desloca outro de mesma natureza mas menos ativo
Dupla troca Dois elementos de mesma natureza trocam de posição relativa
Redox Existe transferência de elétrons entre alguns dos seus átomos
Endotérmica Ocorre com absorção de calor
Exotérmica Ocorre com liberação de calor
Reversível Apresenta relativa facilidade de realização no sentido inverso
Combustão Redox com grande liberação de calor acompanhado de efeito visual (incandescência ou chama)


Fator importante de uma reação química é o seu equilíbrio de massas. As reações químicas cumprem a Lei de Lavoisier e, deste modo, apresentam o mesmo número de átomos de cada elemento, tanto nos reagentes como nos produtos e, portanto, a mesma massa total para reagentes e produtos. Este ajuste de massa entre os reagentes e os produtos é realizado através do que se costuma denominar acerto ou balanceamento de coeficientes das diversas substâncias participantes.

Serão realizadas reações químicas. Correlacione com as de outras categorias utilizadas em outros procedimentos e com o conteúdo teórico, procurando destacar as habilidades de: reconhecer os diversos tipos de reações químicas; escrever as equações químicas correspondentes;


Como fazer ...

Síntese 1

a) Colocar pequena quantidade de óxido de cálcio sólido em (aproximadamente 0,5 g) um tubo de ensaio seco;
b) Sentir a temperatura externa do tubo de ensaio, colocando a mão em torno dele;
c) Adicionar no tubo pequena quantidade de água, suficiente para cobrir o sólido, agitando;
d) Sentir novamente a temperatura externa do tubo,
colocando a mão em volta dele;
e) Adicionar uma gota de fenolftaleína no tubo e observar.

Óxido de cálcio + água  Hidróxido de cálcio + calor



Síntese 2

a) Colocar água comum (da torneira) até aproximadamente um terço da altura de um tubo de ensaio;
b) Adicionar uma gota de indicador universal líquido ou agitar fortemente uma tira de papel indicador universal nesta água;
c) Observar a cor da solução;
d) Com uma pipeta fina, soprar ar expirado dos seus pulmões através da mistura;
e) Observar atentamente as alterações na cor da solução.

Gás carbônico + água  Ácido Carbônico







Síntese 3

f) Colocar 2 ml de ácido clorídrico 20 % em um tubo de ensaio;
g) Com uma pipeta fina ou conta gotas adicionar hidróxido de sódio 20% nesta solução;

h) Observar atentamente a formação de sal (preciptado).

Hidróxido de sódio + ácido clorídrico  Sal + água
Pensando a respeito ...
1) Escrever as equações químicas de cada síntese realizada:
a) Hidróxido de cálcio
b) Ácido carbônico
c) Cloreto de sódio
2) Uma destas reações produz uma das substâncias usadas na “alimentação ou preparo de alimentos”. Indique o nome e a fórmula desta substância.
























Roteiro para aula prática
Série: 1ª ano do Ensino Médio
Professores: Delzuita Gonçalves da Silva, Raimunda Ferreira da Silva e Ségio Conrado Ferreira,

1. Título: Processo de construção de uma Célula
2. Objetivo: Identificar os principais componentes da célula.
3. Materiais: embalagem transparente, gel, pimenta do reino em grãos, barbante, Feijão, disquetes, (chocolate), botão grande e Linha de crochê.

4. Procedimentos:
1. Colocar o gel no recipiente transparente.
2. Cortar 6 pedaço barbante de 5cm
3. Cortar 6 pedaço linha crochê de 5cm
4. Forme a célula: acrescente os componentes no recipiente juntamente com o gel.


PRÁTICA 1
1) Desenhe a célula que você construiu, indicando os nomes dos materiais usados:
2) O que corresponde cada elemento utilizado na construção da célula?
a) O barbante:_________________________________________________________
b) Gel:___________________________________________________________
c) A linha de crochê:________________________________________________
d) O botão:_______________________________________________________
e) A Pimenta-do-reino:______________________________________________
f) O Disquete:________________________________________________________
g) O Feijão:_______________________________________________________




Roteiro para aula prática
Série: 1ª ano do Ensino Médio
Professores: Delzuita Gonçalves da Silva, Raimunda Ferreira da Silva e Ségio Conrado Ferreira

1. Título: Trabalhando com Osmose vegetal no pimentão
2. Objetivo: Identificar o fenômeno da osmose, com diferentes concentrações de sal nas células vegetais do pimentão.
3. Materiais: Nove filetes de pimentão, Sal, Água, 3 Pratos descartáveis e Estilete
4. Procedimentos:
 Com um estilete, corte cuidadosamente 9(nove) filetes de pimentão, retos, de tamanho equivalente mais ou menos ao de um palito de fósforo.
 Mantenha a película em uma das faces dos filetes. Ele é praticamente impermeável. Por ali não haverá troca de água com o meio externo. Ponha uma pitada de sal na placa 2 e duas na 3.
 Coloque 3 filetes em cada prato descartável com água filtrada.
 Em 30 minutos, você irá observar as diferentes curvaturas dos filetes, que impedirão a entrada ou saída de água nas células do pimentão.
OBSERVE E ANOTE:
a) Que tipo de solução é encontrada no prato 1, 2 e 3?
b) Desenhe e descreva o que aconteceu com os filetes de pimentão em cada prato.










Roteiro para aula prática
Série: 1ª ano do Ensino Médio
Professores: Delzuita Gonçalves da Silva, Raimunda Ferreira da Silva e Ségio Conrado Ferreira

Título: Descobrindo a seqüência de fase da Mitose
1. Objetivo: Identificar as fases da Mitose.
2. Materiais: Tesoura ou estilete, cola, Xerox para recortar os desenho de Flemming (Xerox), Papel em branco para colar os desenhos.
3. Procedimentos:
Cole na folha em branco as seqüências que ocorre a mitose:
a) Selecione as células grandes, arredondadas, com fios internos (cromossomos) relativamente pouco organizados;
b) Selecione as células grandes, ovuladas, com cromossomos aparentemente mais organizados;
c) Selecione as células menores, com cromossomos separados em dois lotes, sem estrangulamento citoplasmático;
d) Selecione as células menores, com estrangulamento citoplasmático.
e) Cole na folha em branco as células na ordem correta.
f) Dentre os desenhos escolha quatro que representem as seguintes fases da mitose: Prófase, Metáfase, Anáfase e Telófase.
PRÁTICA 3
Cole a células na ordem correta e escreva ao lado das quatro células escolhidas as fases da mitose.

Referências
Amabis, J. M. & Martho, G.R. Fundamentos de Biologia Moderna. São Paulo: Moderna, 1997.





Roteiro 1 - Aulas Práticas de Biologia – 2 º Ano E.Médio

Professores: Daniel Pinheiro, Lilian Rodrigues, Neucilene Colares.

Título: Cultivando Bactérias
Conteúdo: Os seres Vivos: Bactérias
Objetivo: Mostrar a existência de micróbios e como eles contaminam o meio de cultura.

Material (para o meio de cultura)

1 pacote de gelatina incolor ; 1 xícara de caldo de carne ;1 copo de água

Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne

Material (para a experiência)

Duas placas de petri (ou duas tampas de margarina ou dois potinhos rasos), com o meio de cultura cobrindo o fundo ;Cotonetes ;Filme plástico ; Etiquetas adesivas;Caneta
Microscópio – lâmina, lamínula, espátula e luvas.

Procedimento
Distribuir a turma em equipe com três ou quatro alunos. Os alunos passam o cotonete no chão ou entre os dentes, ou ainda entre os dedos dos pés (de preferência depois de eles ficarem por um bom tempo fechados dentro dos tênis!). Há ainda outras opções, como usar um dedo sujo ou uma nota de 2 reais. O cotonete é esfregado levemente sobre o meio de cultura para contaminá-lo. Tampe as placas de petri ou envolva as tampas de margarina com filme plástico. Marque nas etiquetas adesivas que tipo de contaminação foi feita.
Depois de três dias, observe as alterações.

1. Descreva as alterações que ocorrem após os três dias.
2. Desenhe as estruturas observadas nos três experimentos.
3. Para que um micro-organismo se instale é necessário o que?
4. Cite lugares que podem ser excelente anfitrião para as bactérias?

Obs. No microscópio observar os microorganismos presentes no meio de cultura.
Explicação
Ao encontrar um ambiente capaz de fornecer nutrientes e condições para o desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem.
Esse ambiente pode ser alimentos mal-embalados ou guardados em local inadequado. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele torna-se um excelente anfitrião para bactérias e fungos.

Referências

MACHADO, Sídio. Biologia para o Ensino Médio: Volume úniico. São Paulo: Scipione, 2003.
www.revistaescola.abril.com.br/comoensinarmicrobiologia. Acesso <07 de fevereiro de 2011>








Roteiro 2 - Aula Prática de Biologia – 2 º Ano E.Médio

Professores: Daniel Pinheiro, Lilian Rodrigues, Neucilene Colares.

Título: Mãos limpas?

Conteúdo: Ação dos Fungos.

Objetivo: Mostrar que mãos aparentemente limpas podem conter microorganismos.

Material

1 colher de fermento biológico diluído em um copo de água ; Água com açúcar em uma tigela ;1 tubo de ensaio 1 funil ; 1 rolha para fechar o tubo de ensaio;1 chumaço de algodão . Algumas gotas de azul de bromotimol
Procedimento

Peça para a turma lavar bem as mãos. Divida a classe em grupos de cinco. Um aluno joga o fermento biológico na mão direita e cumprimenta um colega com um aperto de mão. Esse cumprimenta outro e assim por diante.
O último lava as mãos na tigela com água e açúcar.
Com o funil, coloque um pouco dessa água no tubo de ensaio. Molhe o algodão no azul de bromotimol e coloque-o na boca do tubo de ensaio, sem encostar no líquido. Feche-o com a rolha e espere alguns dias.
O azul vira amarelo: ação dos fungos.
Explicação
Dentro do tubo de ensaio, a água com açúcar fornece o alimento necessário para os microorganismos no caso, fungos se desenvolverem. Os fungos respiram e soltam gás carbônico, o que torna o ambiente do tubo ácido. Com isso, o azul de bromotimol, sensível à alteração de pH, muda sua cor para amarelo. Ressalte que medidas de higiene pessoal, feitas com regularidade, evitam uma série de doenças.
ATIVIDADE AÇÃO DOS FUNGOS
a) Faça o desenho de todos os passos realizado explicando cada um.


Referências

MACHADO, Sídio. Biologia para o Ensino Médio: Volume úniico. São Paulo: Scipione, 2003.
www.revistaescola.abril.com.br/comoensinarmicrobiologia. Acesso <07 de fevereiro de 2011>














Roteiro 3 - Aula Prática de Biologia – 2 º Ano E.Médio

Professores: Daniel Pinheiro, Lilian Rodrigues, Neucilene Colares.

Título: Pega-pega contra os germes
Conteúdo: Sistema Imunológico

Objetivo
Analisar o funcionamento do sistema imunológico, como o corpo se cura e como as doenças ocorrem.
Material (para 30 alunos)
10 cartões retangulares brancos representando os anticorpos ;15 cartões retangulares coloridos representando os antígenos (microorganismos invasores) ; 5 cartões coloridos com formatos diferentes dos anteriores.
Procedimento
Distribua os cartões entre os alunos. Os que estão com cartões brancos procuram os colegas que estão com cartões coloridos. Cada aluno dono de cartão branco pode encontrar somente um aluno de cartão colorido. Depois que os pares são formados, pare a brincadeira e converse com os alunos sobre a simulação do sistema imunológico que acabaram de fazer.
Explicação
Os cartões brancos representam os anticorpos, que têm a função de combater os diversos antígenos, causadores de doenças. Para cada antígeno existe um anticorpo. Quando o aluno com cartão branco encontra o colega com cartão colorido do mesmo formato, representa a vitória do corpo sobre o germe.
Mas, quando o par é formado por cartões com formatos diferentes, está representado que o organismo não conseguiu produzir o anticorpo necessário ou não produziu em quantidade suficiente para combater aquela doença
Atividade Sistema imunológico
a) Qual a função do sistema imunológico?

b) Ao realizar a dinâmica qual foi à célula do sistema imunológico que impediu a entrada de antígeno, os quais sintetizam anticorpos para combater os elementos invasores?
c) O que aconteceu com os colegas que pegaram os cartões diferentes? Explique.

Referências

MACHADO, Sídio. Biologia para o Ensino Médio: Volume úniico. São Paulo: Scipione, 2003.
www.revistaescola.abril.com.br/comoensinarmicrobiologia. Acesso <07 de fevereiro de 2011>












ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 01
Série: 3º ano do Ensino Médio
Professores: Caticilene Silva, João Sales, Luzmarina Lopes
1.Título: Organizando os cromossomos humanos: idiograma
2. objetivo: Facilitar a visualização e estimular a reflexão sobre o processo das leis da hereditariedade, como introdução ao estudo da Genética na primeira lei de Mendel.

3. Procedimento: Trabalhando um cruzamento-teste para demonstração que em relação a certas características observa-se a ausência de dominação. Esse tipo de relação entre alelos pode ser exemplificado pela cor da flor de uma planta chamada maravilha, que apresenta um gene para flor vermelha e um gene alelo para flor branca; o híbrido tem flores cor-de-rosa.
Você irá providenciar papel A4, lápis de cor, régua, lápis e caneta.
Siga as instruções propostas e, em seguida, responda o que foi observado.
Com base no exposto no texto da atividade e no esquema abaixo, responda qual a proporção genotípica e a proporção fenotípica e desenhe um esquema idêntico identificando o tipo de cruzamento, a 1ª e 2ª geração, com as respectivas cores.










ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 2
Professores: Caticilene Silva, João Sales, Luzmarina Lopes
1.Título: Organizando os cromossomos humanos: idiograma
2. Objetivo: Conhecer de forma prática os cromossomos que fazem parte de um idiograma humano normal.
3. Material: Tesoura, régua milimetrada, cola (de preferência em bastão), conjunto de cromossomos para recortar (Xerox), Gabarito para colar os cromossomos (Xerox).
4. Procedimentos:
1- Localize os três pares cromossômicos de maior tamanho, que constituem o grupo A. Os cromossomos dos pares de 1 e 3 são do tipo metacêntrico (centrômero em posição aproximadamente central ), e os do par 2 são submetacêntricos (centrômero um pouco deslocado do centro). Oriente os cromossomos 1 e 3 com os braços que têm a faixa cinzenta para baixo da linha tracejada.
2- Dos cromossomos restantes, identifique os dois pares de maior tamanho, que constituem o grupo B. São grandes, pouco menores que o cromossomo 3, e submetacêntrico. O que tem uma faixa cinzenta na região do centrômero é o cromossomo 4.
3. Localize agora os pares de cromossomos 21 e 22, que constituem o grupo G. São os menores do conjunto e do tipo acrocêntrico (centrômero localizado perto da extremidade). O braço menor desses cromossomos possui uma pequena esfera terminal chamada satélite. O cromossomo que apresenta faixa negra mais larga é o 21.
4- Procure os pares de cromossomos 19 e 20, que constituem o grupo F. Eles são um pouco maiores que os do grupo G e quase metacêntricos. O cromossomo 19 apresenta uma faixa negra em torno do centrômero. O cromossomo 20 tem uma faixa negra no braço ligeiramente menor (superior), e outra mais estreita no braço ligeiramente maior.
5- Localize os pares cromossômicos 13, 14 e 15, que constituem o grupo D. Eles são do tipo acrocêntrico, com satélites no braço menor. O que apresenta faixas negras mais largas é o cromossomo 13; o que tem faixas um pouco mais estreitas é o 14, e o 15 apresenta faixas ainda mais estreitas.
6- Identifique os pares de cromossomos 6 e 7, os primeiros do grupo C. Eles são os maiores entre os cromossomos que restaram, e são do tipo submetacêntrico. O maior dos dois, com faixas negras mais estreitas no braço menor, é o cromossomo.
7- Dos cromossomos restantes, descubra agora os três pares de menor tamanho, de tipo submetacêntrico. São os cromossomos 16, 17 e 18, que constituem o grupo E. O cromossomo 18 é facilmente é facilmente identificável por não apresentar nenhuma faixa escura no braço menor. O cromossomo 16 possui, no braço menor, uma faixa negra mais larga que a apresentada pelo 17.
8- Selecione o menor dos cromossomos restantes. Trata-se do cromossomo sexual Y. Além de não apresentar homólogo, ele é do tipo acrocêntrico (centrômero localizado próximo à extremidade), e tem uma faixa cinzenta larga no braço maior.
9- Dos onze cromossomos restantes, identifique o cromossomo sexual X. Ele apresenta uma faixa negra estreita no braço menor, e é o único que não apresenta homólogo, pois trata-se de um cariótipo masculino.
10- Selecione, dos cromossomos restantes, o par que possui três faixas negras largas no braço curto: é o cromossomo 9. Procure agora o par que apresenta apenas uma faixa negra larga no braço menor: trata-se do cromossomo 12.
11- Faltam apenas três pares de cromossomos para identificar. O que apresenta faixas negras mais largas no braço maior é o cromossomo 8. Dos dois pares restantes, o que tem o centrômero mais deslocado para a extremidade é o cromossomo 10.

Exercício
1) Qual a importância da identificação do cromossomo humano para a medicina?
______________________________________________________________

2) Cite o nome de uma doença causada por alterações cromossômicas?
______________________________________________________________

Referências:
AMABIS, J. M. & Martho, G.R. Fundamentos de Biologia Moderna. São Paulo: Moderna, 1997.
AZEVEDO, J. L.; Costa, S.P.O. Exercícios práticos de Genética. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1997.





ROTEIRO DE AULA PRÁTICA - 3
Professores: Caticilene Silva; João Sales; Luzmarina Lopes. ¹
1. Título: Extraindo DNA
2. Objetivos: Extrair DNA da célula da cebola
3. Material:
 Uma cebola grande (+ ou – 200g)
 Faca de cozinha
 Dois copos americanos
 Banho-maria (+ ou – 60ºC)
 Água filtrada
 Detergente para louças
 Álcool etílico 95% gelado (a cerca de – 10ºC)
 Bastão fino de vidro ou madeira
 Coador de café de papel
 Gelo moído

4. Procedimentos:
 Pique a cebola em pedaços de 0,5 cm;
 Coloque 04 colheres de sopa de detergente e uma colher de chá de sal em meio copo de d’água, mexendo bem até dissolver completamente;
 Coloque a cebola picada no copo com a solução de detergente e sal, e leve ao banho-maria por cerca de 15 minutos;
 Retire a mistura do banho-maria e resfrie-a rapidamente, colocando o copo no gelo durante cerca de 05 minutos;
 Coe a mistura no coador de café, recolhendo o filtrado em um copo limpo;
 Adicione ao filtrado cerca de meio copo de álcool gelado, deixando-o escorrer vagarosamente pela borda.
 Mergulhe o bastão no copo e, com movimentos circulares e mistures bem.

a) O que ocorre ao colocarmos a cebola picada no copo com a solução de detergente e sal?
______________________________________________________________________________________________________O que acontece quando adicionamos o álcool ao filtrado?
______________________________________________________________________________________________________Após mergulhar o bastão no copo com movimentos circulares, descreva o resultado dessa atividade.
______________________________________________________________________________________________________

Referências:
Amabis, J. M. & Martho, G.R. Fundamentos de Biologia Moderna. São Paulo: Moderna, 1997.
Azevedo, J. L.; Costa, S.P.O. Exercícios práticos de Genética. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1997.
















Conclusão






Estes material foi construído pelos Professores da Rede Estadual (SEMED – Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino), Municipal (SEMD – Secretaria Municipal de Educação) e outras Secretarias de Educação dos Municípios do Amazonas. Todos, alunos do PAFOR – Plataforma Freire, segunda licenciatura, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), sobe a orientação da professora Cynara Bastos.
Material este de grande importância para educandos e educadores de qualquer Rede de ensino, principalmente para o que pretenderem fazer uso de laboratório ou até mesmo do cotidiano da sala de aula. Fruto das nossas experiências acadêmicas, as quais ficarão registradas na memória e consequentemente serão retransmitidas aos nossos educandos, onde quer que estejamos.













Referências




KRASILCHIK, Myriam. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 1987.
KRASILCHIK, Myriam. Prática de ensino de biologia. São Paulo: Hrrbra Ltda, 1986.
NARDI, Roberto; BASTOS, Fernando; DINIZ, Renato Eugênio da Silva (orgs.). Pesquisa em ensino de Ciências. 5. Ed. São Paulo: Escrituras Editora, 2004.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Visita do Detram à escola

No dia 23 de novembro, a convite do prof. Romualdo Caetano, uma equipe do Detram esteve na escola Municipal Madalena dos Santos Costa, e garantiu a alegria da garotada com seus personagens relacionados ao transito, ou seja uma estratégia de formação à comunidade educativa.
Tal iniciativa visa reforçar o que os PCNs apresentam como temas transversais, bem como uma necessidade. Principalmente por fazermos parte de um trânsito muito violento, um dos que mais levam a óbitos no Brasil.
Nossos agradecimentos muito especial ao Detram em especial à professora Nara Lúcia, integrante da equipe e que muito contribui para tal acontecimento junto à escola.

sábado, 20 de novembro de 2010

Dia da consciência negra


Já não somos negros, brancos, pardos, italianos, portugueses, espanhóis, em fim, somos uma MISCIGENAÇÃO (RCB/2010)













Dia 19 de novembro, na verdade dia da Bandeira, Comemoramos o dia da Consciência Negra (20 de novembro), na Escola Estadual Maria da Luz Calderaro, com uma Hora Cívica, com a participação dos alunos, objetivando resgatar a figura do negro e não perder de vista a sua contribuição na fomação da sociedade brasileira.
Na verdade como professor de biologia, trabalhamos Bullying, como uma forma de preconceito presente no cotidiano escolar, quer por cor, raça ou ideologia.





terça-feira, 9 de novembro de 2010

EXPOBIO 2010

A EXPOBIO é um evento tradicional da Escola Estadual Maria da Luz Calderaro, criado e coordenado pelo Professor de Biologia Romualdo Caetano. Este ano nosso objetivo foi realizar uma grande revisão dos conteúdos voltados ao PSC, ENEM  e outros processos seletivos.
Na verdade o sucesso tem sido garantido, a cada ano o dinamismo, a criatividade e a forma de fazer educação de qualidade, vem se desenvolvendo. Como destaque especial deste ano os alunos elaboraram seus trabalhos escritos todos de conformidade com as normas da ABNT, garantindo assim, a possibilidade de chegarem à universidade levando esse conhecimento.
Vale ressaltar a colaboração dos meus estágiários, educadores da escola e parceiros de outras instituições que muito colaboram avaliando os trabalhos apresentandos.